Neste Dia dos Namorados, este blog recomenda All is full of Love, com Bjork. Escute a música, veja o vídeo e ame muito!
Parada da viagem para descanso. Notas sobre TV, música, cinema
Publicado por outrastrilhas em Junho 12, 2009
Neste Dia dos Namorados, este blog recomenda All is full of Love, com Bjork. Escute a música, veja o vídeo e ame muito!
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Publicado por outrastrilhas em Junho 6, 2009

Foi confirmado esta semana. Ridley Scott, diretor de Blade Runner, vai produzir a versão web baseada no filme com licença copyleft intitulada “Purefold.” A informação é do site da Creative Commons.
Leia mais no artigo do NYT
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Publicado por outrastrilhas em Maio 22, 2009
Em junho do ano passado, escrevi este post sobre o que seria a última obra do escritor Mario Benedetti, que nos deixou no último dia 17.
Li hoje a coluna de Ivan Martins, amigo que me apresentou o meu primeiro (de vários) Benedetti: A Trégua. Diz Ivan: “Descobri, como Benedetti, que amores imensos nunca se vão de todo. Eles ficam na memória e nos moldam a vida, mas não nos impedem de vivê-la. Como os melhores livros.”
Benedetti é assim. Deixa em nós, leitores, essas marcas indeléveis. Em mim, encravou a idéia de que o amor precisa ser intenso, incondicional e destemido. Um salto de parapente, um disparo de neve.
Como em um de seus mais famosos versos, “No te salves”, declamado pelo próprio autor no filme El lado obscuro del corazón. Versos que muitas vezes me ajudaram a arrancar medos e cruzar fronteiras.
Gracias, maestro!
No te salves
pero si
pese a todo
no puedes evitarlo
y congelas el júbilo
y quieres con desgana
y te salvas ahora
y te llenas de calma
y reservas del mundo
sólo un rincón tranquilo
y dejas caer los párpados
pesados como juicios
y te secas sin labios
y te duermes sin sueño
y te piensas sin sangre
y te juzgas sin tiempo
y te quedas inmóvil
al borde del camino
y te salvas
entonces
no te quedes conmigo.
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Publicado por outrastrilhas em Maio 18, 2009
Não faltam razões para você conferir “Simonal: ninguém sabe o duro que eu dei”, dirigido por Claudio Manoel (Casseta & Planeta), Micael Langer e Calvito Leal
O documentário reconta a ascensão e queda de um dos maiores cantores brasileiros de todos os tempos. Ou, como diz Miele (um dos entrevistados do filme) seria o maior?
Se não foi maior, Simonal foi, pelo menos, o primeiro e mais incrível entertainer brasileiro. Dominava platéis com um jeito único (quase sempre debochado) e com suas interpretações versáteis. Na história da MPB, exisitiram poucos artistas tão populares e queridos pelo público. Driblou com maestria as barreiras do preconceito racial que, do seu jeito, tratava de criticar em algumas de suas apresentações.
Sua carreira meteórica foi interrompida com as acusações sobre seu suposto apoio à ditadura. Abandonado pela classe artística, linchado pela mídia, sofreu até o final dos seus dias o ostracismo siberiano, para usar a metáfora do jornalista Arthur da Távola. Obscuro e solitário, caiu em depressão e tornou-se alcóolatra. No final dos seus dias, peregrinou por programas de TV para mostrar, com documentos, que nunca havia flertado com os militares. Em vão. Trinta anos depois do início de sua tragédia pessoal, Simonal não havia conseguido livrar-se do fantasma do passado. Perdeu Simonal, perdemos todos nós, sem a chance de conhecer outras façanhas desse showman.
E é exatamente esse o principal motivo para você assisir “Simonal: ninguém sabe o duro que eu dei.” O filme traz de volta aquele Simonal cheio de suingue e versatilidade que as novas gerações não tiveram o privilégio de conhecer. Mais do que fazer o justiça ao cantor, o trio de diretores oferece a muitos telespectadores como eu a oportunidade de conhecer um artista brasileiro smplesmente genial.
Se você ainda tem alguma dúvida, veja este encontro entre Simonal e Sarah Vaughan…
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Publicado por outrastrilhas em Março 23, 2009
Como descrever a sensação de perder o imperdível? Sim, porque, convenhamos, ver o show do Radiohead pela Multishow não é realmente ESTAR no show do Radiohead. Então, cá estou eu, fincada na sofá da sala, bem longe de onde eu deveria ESTAR.
Para você, que não gosta ou não conhece o Radiohead, cá estão 10 (de 100) motivos para não perder o show da banda ao vivo, pela TV ou via streaming.
1. A banda inglesa deu uma super baforada criativa e renovadora na cena contemporânea do rock.
2. Suas letras inusitadas tratam de temas atuais com crítica inteligente, sin perder la ternura jamás. Hail to the Thief (Saudações ao Ladrão, em português) é uma referência velada à eleição para presidente dos Estados Unidos em 2002, quando George W. Bush roubou para vencer as eleições.
3. Os meninos são os transguessores que faltavam no mundo da música. Depois de Hail to the Thief, o Radiohead deixou a gravadora EMI e lançou seu sétimo álbum, In Rainbows, em 2007, por meio de download digital. Os compradores podiam escolher o quanto queriam pagar pelas faixas. Para delícia do público e desespero da indústria fonográfica.
4. A banda tem recebido elogios rasgados de gente boa como Michael Stipe, vocalista do R.E.M. Palavras dele: “Radiohead é tão bom, eles me assustam.“
5. Quem acha que Radiohead deprime só entende parte da história. Ouvir Radiohead não é apenas curtir música de primeira. É experimentar novas sensações, estar subitamente numa outra trilha. É ter lentes para ver o mundo com outros olhos até que o fim de cada faixa.
6. Os caras sabem usar (direito) a tecnologia a favor da boa música (confira, por exemplo, as intervenções sintéticas nas músicas e o clip de House of Cards)
7. A estética da banda pode não agradar os gregos. Mas, definitivamente, é algo perturbadoramente revigorante.
8. Os caras fazem uma bela mistura de eletrônico, jazz, pop e o que mais vier para criar algo completamente novo.
9. Thom Yorke, o vocalista e compositor da banda, tem um estilo único de compor e interpretar as próprias músicas. Odeia fama e o mundo das celebridades e tem chamado atenção como ativista fazendo campanha para causas como a do comércio justo, movimentos anti-guerra como Campanha para Desarmamento Nuclear, campanhas da Anistia Internacional e, mais recentemente, a campanha “The Big Ask” do Friends of the Earth. Em 1999, tocou no concerto do Free Tibet.
10. Se você não curtiu Radiohead indo para o trabalho, olhando pro céu, viajando para muito longe, tenha certeza: está perdendo uma das melhoras coisas que a cultura pop oferece no momento.
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Publicado por outrastrilhas em Fevereiro 21, 2009
Há dias de “My baby just cares for me” com a Nina. Há dias que Ella insiste com “A fine romance”. E, claro, sempre haverão dias de Glory Box com Portishead. A música foi lançada em 1995 como single e fez parte de trilhas sonoras dos filmes Stealing Beauty (1996), When the Cat’s Away (1996), B. Monkey (1998), Tout pour plaire (2005) e Lord of War (2005).
O fato é que…
"I'm so tired of playing, Playing with this bow and arrow, Gonna give my heart away, Leave it to the other girls to play. For I've been a tempteress too long"
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Publicado por outrastrilhas em Fevereiro 18, 2009
Ando me sentindo um pouco como o diabo na rua, no meio do redemoinho. O trabalho consome nacos de meu dia e, claro, da minha atenção. Não tenho viajado como gostaria, não tenho blogado como deveria. ..ou tuitado, ou blipado…
No meio do redemoinho, perdi a blogagem #armadilhadesatanas, baseada no vídeo hilário que tive o prazer de conhecer por meio do Cezinha e da Srta Bia.
Perder blogagem bacana é que é #armadilhadesatanas…
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Publicado por outrastrilhas em Dezembro 22, 2008
Ontem, rolou novo encontro Luluzinha Camp em São Paulo e Brasília. Na capital federal, o batlocal foi novamente o Balaio Café. Mais uma vez, foi delicioso papear com as conectadésimas LuMonte, Srta Bia e Rebeca.
No meio da conversa, encontramos Otto na mesa ao lado. Estava beliscando algo enquanto definia com as meninas do Casa de Farinha os detalhes do show que fariam juntos na noite do mesmo dia.
Confira as imagens do encontro e a conversa rápida com o músico…
http://qik.com/ecaparelli#v=722946
http://qik.com/ecaparelli#v=722851
http://qik.com/ecaparelli#v=722845
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Publicado por outrastrilhas em Dezembro 11, 2008
E o show do compositor e cantor Tiago Rocha realizado ontem aqui em Brasília foi delicioso. A versão acústica do Humanufaturas, vencedor de três categorias do Caymmi 2007, foi apresentada ontem no Feitiço Mineiro e contou com a percussão afinadíssima de George Lacerda.
Momentos do show gravados pelo N95 e transmitidos ao vivo via Qik estão em www.qik.com/ecaparelli
Outras Trilhas recomenda a música http://qik.com/video/673756
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Publicado por outrastrilhas em Dezembro 9, 2008
Conheci o compositor e cantor baiano Tiago Rocha há pouco menos de um ano, em uma festa de despedida na casa de uma amiga aqui em Brasília. Tiago, amigo da dona do encontro, tocava deliciosamente seu violão e, vez ou outra, atendia pedidos da pequena platéia que, diante dele, era envolvida pelas canções. E ele tocou de tudo e mais: composições próprias, Luiz Gonzaga, Cole Porter… Naquelas horas, o que realmente me encantava era a maneira que Tiago moldava o som, como se música fosse algo concreto, uma escultura de tempo.
Por isso, não pensei duas vezes antes de aceitar a idéia de promover sua primeira apresentação em Brasília. E, como era de se esperar, o Feitiço Mineiro, uma das casas de MPB mais prestigiadas da capital, abraçou a idéia.
Assim, amanhã, no Feitiço, a partir das 22h, teremos a versão acústica do show de Tiago, o Humanufaturas, vencedor de três categorias do Troféu Caymmi 2007.
Tiago, esse escultor de sons…
Local: Feitiço Mineiro – CLN 306 Bl. B Loja 45 – Asa Norte – 3272-6899
Data: Amanhã, às 22h
Preço inteira: Couvert: R$ 10
De: 09/12/2008
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